Senador do PSDB Cássio Cunha Lima fala em situação grave de Temer e aponta um ‘novo nome’ para o País. Veja!

Cássio Cunha Lima não acredita que Temer terminará seu mandato e descarta FHC como presidente para ‘salvar’ o País.

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O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que faz parte da base aliada do presidente Michel Temer e grande aliado do senador Aécio Neves, comentou em uma entrevista, na Paraíba, que não acredita que Michel Temer irá concluir o seu mandato. Segundo o senador, as acusações contra a chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, que está em julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são muito graves e podem a qualquer momento tirar Temer do cargo. Essas acusações se agravaram mais no decorrer do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. “É preciso eleições diretas para resolver a turbulência #Política que vive o País”, ressaltou Lima.

O senador disse que a defesa do presidente fará de tudo para que as contas de Dilma não sejam acopladas com Temer, porém isso pode não ser aceito pelo TSE, que ao separar as contas, pode ferir a sua tradição e a sua jurisprudência. “Desejo que o Brasil saia desta crise e desta fase tão difícil e crítica”, disse o senador.

FHC

Questionado sobre a volta do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) à Presidência da República, Lima descartou essa possibilidade. Para ele, FHC já teve momentos especiais e que ajudaram muito o Brasil, mas agora é necessário um novo nome, uma pessoa que a sociedade aceite e acredite. FHC também já deu entrevista dizendo que não pensa em voltar a ser presidente no momento.

Cármen Lúcia

O entrevistador da Rádio Rede Paraibana de Notícias insistiu em querer saber quem o senador sugere para ser o “salvador” do país nesse momento de crise. Lima disse que o nome que ele apontaria seria o da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia. De acordo com o senador, ela é uma mulher honesta, tem experiência, tem grande capacidade e poderia entrar nesse momento de transição para “ajeitar” a situação do País.

Ainda segundo o senador, se for olhar para a política tradicional, é difícil ver um nome que a população brasileira queira tanto que esteja à frente do País. “É preciso darmos oportunidade para as pessoas que não estão na militância da política tradicional”, destacou Lima.

 

(Via agência de notícia)

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