Por que alguns cachorros ficam ao lado dos túmulos de seus donos durante anos?

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O cachorro doméstico, também chamado de canídeo, é um mamífero carnívoro da família Canidae, que é uma subespécie do lobo. Um estudo publicado pelo Na mira da notícia revela que, através do processo de domesticação, o corpo do cão se adaptou a certos tipos de alimentos, neste caso, o amido. Seu tamanho ou estatura, sua forma e sua pele variam muito em função de sua raça. Têm ouvidos e nariz altamente desenvolvidos, sendo este último o seu principal órgão sensorial.

Acredita-se que o lobo cinzento, da qual ele é considerado uma subespécie, é o seu ancestral imediato. Evidências arqueológicas mostram que o cão está em convivência direta com os seres humanos por pelo menos 9000 anos,
mas possivelmente a partir de 14.000 anos atrás . Evidências fósseis mostram que os ancestrais dos cães modernos já foram associados com os seres humanos há 100.000 anos. As últimas pesquisas indicam que o cão foi domesticado pela primeira vez na Ásia Oriental, possivelmente na China.

Certamente, você já se perguntou por que alguns cães esperam ao lado do túmulo de seus donos durante anos. Este artigo vai lhe dar a resposta. Provavelmente, imediatamente venha à sua cabeça o caso de Hachiko, o emblemático cão japonês que esperou seus donos para sempre. Embora não possamos ter certeza de que nossos amados companheiros saibam que seus donos morrem, eles mostram sem dúvida alguns sinais de dor.Iremos lhe contar a razão pela qual alguns cães passam longos períodos ao lado do túmulo de seus donos.

É óbvio que quando um animal morre pode representar, especialmente para os mais pequenos da casa, o primeiro contato com a morte e a efêmera sensação da existência e até mesmo da mortalidade. A morte é a única certeza que temos em nossa vida e nossa consciência está gradualmente se preparando para enfrentarmos este fato doloroso.

Quanto à relação dos cachorros com a morte, sabe-se de casos em que eles demonstram grande aflição com a ausência de seus donos. Um dos casos recentes mais conhecidos é o de Hawkeye.

Stanley Coren, professor de psicologia da Universidade de British Columbia, diz que pesquisas recentes demonstram que os cães que receberam afeto têm uma mente equivalente a de uma criança entre dois e três anos, e que, definitivamente, sentem tristeza, dor e até mesmo depressão quando ficam sem seus donos, mas não têm inteligência suficiente para entender a irreversibilidade da morte.

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Assim como as crianças, que até cinco anos não compreendem conceitos abstratos como a morte e ausências permanentes. Recentement, tem sido feitas mais pesquisas sobre a cognição canina, que esclarecem melhor o seu comportamento.

Stanley Coren insiste que é exclusiva dos seres humanos a capacidade de entender o conceito de morte, porém, alguns animais extremamente inteligentes, como os elefantes e alguns primatas, também parecem tê-la. Cães, seres extremamente sociais, são conscientes da ausência de um indivíduo de seu ambiente, mas não necessariamente têm a percepção de que eles se foram para sempre.

Um estudo recente revelou que, quando um cão cheira algo de seu dono, isso cria uma intensa atividade em uma região do cérebro chamada núcleo caudado, que desempenha um papel extremamente importante no circuito de recompensa do cérebro para gerar sentimentos de prazer. Se você achou este artigo interessante compartilhe-o com seus amigos e familiares.

(Via agência de notícia)

 

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