Jorge Viana também é réu e é investigado pela Operação Lava-Jato

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Jorge Viana é senador desde 2011, a força-tarefa da Operação Lava Jato investiga se ele seria o “menino da floresta”, apelido que aparece na planilha de propina da Odebrecht. A defesa do senador nega a acusação.

Ainda em setembro deste ano, a Polícia Federal conduziu coercitivamente para depor o consultor Marcio Antônio Marucci, um ex-assessor do Senado ligado a Viana. Em 2013, um sobrinho de Viana, Tiago Paiva, foi preso durante operação da Polícia Federal no Acre, acusado de envolvimento em esquema de desvio de recursos do SUS e de fraude em licitações para beneficiar sete empresas com o dinheiro de programas habitacionais em cinco cidades do Estado.

À época, Paiva era diretor de Análises Clínicas da Secretaria Estadual de Saúde e foi indiciado por formação de quadrilha, formação de cartel e corrupção ativa e passiva. O novo presidente do Senado é irmão do governador do Acre, Tião Viana (PT), a quem também já coube substituir Renan Calheiros na presidência da Casa uma vez, em 2007.

Em outubro daquele ano, Renan se licenciou do cargo depois de enfrentar meses de acusações. Em dezembro de 2007, ele renunciou à presidência do Senado para evitar ter o mandato cassado – e conseguiu.

Pesavam sob Renan acusações como a de ter a pensão de sua filha com a jornalista Mônica Veloso paga pelo lobista Claúdio Contijo, da empreiteira Mendes Júnior. Renan nega, mas o caso voltou à tona em 2013, quando virou pauta do STF, e foi responsável por tornar o senador réu do Supremo pela primeira vez na semana passada.

(Via agência de notícia)

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